“Um dos maiores riscos que corremos é o de deixarmos nossos sentimentos virarem um singelo ‘sei lá’. O que você sente? ‘Sei lá’. Essa pequena combinação de palavras é perigosa, mostra que não temos motivos pra não sentir algo, ou pra sentir. Quando o coração não sabe mais o que está sentindo, não somos nós que vamos saber. E acho que nesse estágio, tanto faz saber ou não, é indiferente, o que sentimos não nos toca mais e não nos muda mais, somente se estagnou, virou ‘sei lá’.